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2007-12-08

Meu Zelo (Drhákôlláh)

Meu Zelo

Sou uma humana correndo vida zelosa tempo sem fim para os braços do santo Arcanjo.
Em minhas orações a destreza é o meu cismar, o milagre do destino meu.
Se bem sucedida como menina e menino for, a Terra ganharei e só irei pedido fazer, se o mundo falecer em sua dor.

Drhákôlláh

2007-12-07

O 'Homanu' (Drhákôlláh)

O 'Homanu'

O amor precisa ensinar a 'desespera'. Tantos imediatas e o que sinto em mim, é a falência
das sacras escrituras do céu no coração do humanu. Eles se ajoelham aos célebres e se
golpeiam nestes momentos pois mentem almejando tapetes vermelhos. Seus vazios espelham a dor das Trevas.
Que bom entanto, que aprendi a sofrer não esperando nada na volta de um humano à minha
casa; e é assim que hoje, ela os recebe em amor fundo, eterno.


Drhákôlláh

O Bem (Drhákôlláh Monsalbant Rmnsk)

O Bem

O ar é a benécie da vida e o Homem, uma dádiva de Deus ao mundo. Porém a Natureza é a mãe mundial do humano e o céu, este, a justiça em toda sua glória que curva o humano a cumprir seu destino ainda que este haja no mal. A caso não sabeis? o mal é necessário viver em todo o seu soturno para o bem, explodir em excelência como o sol. É necessário sermos fracos para, um dia, termos ascesso à força do incompreensível, e ela, sobre-humana é.


Drhákôlláh Monsalbant Rmnsk

A Alma, um sonho no espelho (Drhákkôlláh)

A Alma, um sonho no espelho

Sonhei-me ótimo quando minhas lágrimas me enterravam no cemitério
humano.
Sonhei-me altivo quando a dor em mim falecia-me a dignidade.
Sonhei-me feliz quando me perdia no túnel da Treva.
Hoje, não sonho-me nada, apenas, transformei-me em belas asas dos sonhos
antigos.
Há que eu soube dar uma aliança de rubi ao anjo que me mora mas, deveis
saber, que um anjo sé revela-se no gênio, quando este foi excomungado pela
matéria dos actos e pensamento humano.
Sou feliz na matéria que o Homem, hoje, me vê imperar.


Drhákkôlláh

Glamour (Drhákôlláh Rommãnesk)

Glamour

Nos papiros da inteligência, um Homem busca ser a glória mas,
a mejestade dum humano, creio, em meu intelecto, não é
o verbo de eloqüência racional mas, o silêncio com que se faz ouvir
e dedilhar, no tempo, o pensamento espontâneo e sentimento atemporal da pura
criança que 'habita-se' em nós.
Abstenho-me do glamouroso, uma quimera, pois estou indo sempre, de encontro
para o glamour das dores das almas e lágrimas humanas.


Drhákôlláh Rommãnesk

O 'Pergaminhu' de Deus (Drhákôlláh Rommãnesk)

O 'Pergaminhu' de Deus

Vivi a vida minha nos pergaminhus dos estudos da alma. Há que eu
deveria sonhar tempo todo de mim, com o bronze após término de cada
leitura.
Saí a pregar em mim o doce farfalhar dos corvos, as Phênix da regeneração
das almas. Segui todo eles e um acompanha-me o destino que vezes muitas,
entrego nas mãos destras e diletas de Chrístu contudo, laboro meu espírito e
carne minha rescende a beleza duma alma.
Vou ter sempre com meu corvo, e se me abstiver da vaidade, a 'máskara' das festas
dos humanos, a minha cegueira as falecerá. Felicito-me entanto, por Deus ser
um Pergaminhu, em seus rumores enlanguecidos.


Drhákôlláh Rommãnesk

2007-12-06

Castelo de Flores (Drhákôlláh Monsalbant Rommãnesk)

Castelo de Flores

Almas sem fim, de milhões 'et' milhões de anos, fazem procissão para errarem suas dores um suspiro que seja. Há que o Arcanjo, anônimo, lhes ascende velas de púrpura cêra, a que os anjos lhes velam a auréola milagrosa que elas se venturam na esperança do amor incomum, porém, que ecôa no infinito diante de aparições tão cor de rara e cara beleza. É etéreo o pensamento que se vai em mim dessas mortes tão sagradas! Em minha vontade tão obscura et ensolarada pôr minha paz, vou a elas lhes espelhar a dádiva profética de dores suas et que minha face não me minta, mas serei para elas, por paixão à glória do espírito, um castelo de flores onde minhas velas, serão a cêra vermelha da alma minha e delas.


Drhákôlláh Monsalbant Rommãnesk

Sacra Luz (Drhákôlláh Monsalbant)

Sacra Luz

Voltei nos sussuros do passado e vi as torres construídas por natureza minha impetuosa ao Juízu de Deus. Crédulo fiquei ao me encontrar fazendo sagrada oração ao silencioso tempo.
Voei pára minha alma encontrando meu corpo adormecido por entre os calvários do espírito meu. Levantei-me e a sacra luz deu-me de volta a coroa da carne quando esta, é tão somente a alegria milagrosa de estar na luz e nas Trevas e de ser, as Trevas, a minha luz.


Drhákôlláh Monsalbant

A Luz do Arcanjo (Drhákôlláh)

A Luz do Arcanjo

A luz vermelha, amparo de meu intelecto na escrita, incita-me a pensar
no Arcanjo.
Cismo vidas milhões tidas no espírito, vago suas intuições e as inspirações
do gênio meu vêm. Divago alhures na Capela absorta no céu de Ângelus e, curioso,
crente do mundo das almas, permaneço mais impetuoso.
Bendita luz de cura em mim quando meu psiquismo, é todo o Arcanjo que rebrilha
rouge na alma das mãos de mim.


Drhákôlláh

Destreza no Lumiar (Drhákôlláh)

Destreza no Lumiar

A margem minha é o horizonte que corrompe minha alma ao infinito.
Muito me faço destro nisso pois se fé de mim emerge de minhas
sombras, sua glória nasce de minha luz.
Não sou o horizonte porque este é Deus mas, estou nele porque sou
filho do Sagrado Deus.
O que me encanta entanto, foi o martírio que supliciei essa resposta.
Sou um lumiar na reta, a rota em invulgar horizonte.


Drhákôlláh.

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