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2008-02-14

Pássaro Sagrado

Pássaro Sagrado / Ana Damienne

Não proclamei injúrias à vida. Disse a ela a ser a pérola da alma minha.

Vivi-a rodeada de mundo mas, o céu espacial, vigorou-me o corpo e a amei uma vez mais em centenas dantes já, idolatrada.

Sou dela a sombra bendita que refresca dores inauditas.

É ela de mim, o sol invulgar que se revela na acuidade do espírito meu, um Pássaro Sagrado.

Feita de Ar

Feita de Ar / Ana Damienne

Sou do ar em agusto destino que saboreio em sua alvura, por suas ruas eu andar.

Ando sem ar nestas horas mas, a respiração da sombra e da luz, recaem sobre mim como familiar atmosfera senhoril.

Vivo dos ares. Minhas benécies em fogo sideral, pro meu fim ser a mim, a luz da Morte e da Vida, eu ter vivido com autônomo outono juvenil.

2008-02-12

Sol Milenar

Sol Milenar / Ana Damienne

Ando com milhões de pés correndo com minha vida nos braços meus.

Estes braços, que de abraços me abraça, acalentam um milênio, a resposta do meu sol viver.

Lágrimas verto e sorrisos de primavera me nasço, faiscando este sol, nos olhos meus.

Que presságio sempre me inspira quando, no Amor do mundo, as sombras me revelam a aurora em anunicação.

Negra Evolução

Negra Evolução / Ana Damienne

A paz vive em mim tal qual ela rufla suas asas de negras plumas, aqui se misturar.

Alma e Espírito. Inteligência e coração. O casamento perfeito de minha gloriosa evolução.

É contudo no mistério do ser meu, o fogo eterno da perfeição, esta, me reinvidicar.

2008-02-11

Rainha & Rei

Rainha & Rei / ana damienne

Curvei minha fronte ao meu rei nascido no coração.

Disse-me ele, uma rainha ser eu brilhar a Alma em rubi diamantes.

Meu corpo vaga sombrio, o mundo dos imepradores.

Meu corpo volita solar, o mundo dos indolentes governantes.

Mas sou rainha e rei, à alma que me fecunda.

Metal

Metal / ana damienne

Balbuico às sombras, as crença da alma minha.

Elas me tomam nos braços seus, negros, e me erguem em luz de fogo discordante das terras.

O céu me cai em imenso anil e, entre a escuridão e o dia, sou uma mulher enfeitada de metal em chama celestina.

Lua

Lua / Ana Damienne

Bendigo a Morte de minhas cegueiras quando ativas, me deram um sangue envenenado.

Bendigo esta minha vida no hoje pois, noite e luz, são verdadeiros olhos meus.

Vivo sempre em sol e, meu culto dileto, é a lua intacta no céu que me assiste enigmática, ao meu Espírito ser do Espaço no mundo.

Santos

Santos / Ana Damienne

Nã imensidão uma lei, perene a todos, circunscreve cada um em amor puro atemporal.

Sei-me uma amiga desse amor visto a escuridão do meu interior, amar a vida assim.

Não tenho asas no corpo nem a luz da aureola dos santos.

Tenho tão somente, a poesia do Espaço, Manto, que me encobre de Ordem imponente.

2008-02-08

Meu Fantasma

Meu Fantasma / Ana Damienne

Um fantasma ergui no credo que me apaixonei.

O fantasma me levitou na paz em vida com que me amou.

Fomos o Alicerce da dor e o mal se foi por termos sido, uma jura da cura.

Herdei a noite e ele herdou o dia mas, somos criaturas para tudo, no mundo que não se vê, um sempre sorriso pra Deus.

Um Interior

Um Interior / Ana Damienne

Amo a chuva tal qual esta se adapta, como luva, em ser meu.

Amo o sol tal qual este se manifesta, em glória, na mente minha.

Explodo minhas amarras feliz ser freqüente, harmonioso sol e chuva.

Não estou entregue a uma liberdade hipócrita.

Sei ser cavaleiresca apenas sempre, ao exército que me comanda:

Meu Destino Interior.

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